30
Out 18

Tratar-nos bem!

Ando numa correria o tempo todo, é o trabalho, é o apanha aqui e ali da pikas, é a ajuda ao pai, é as compras de supermercado, é as consultas aqui e ali, é o caraças! De repente, tudo começa a estalar cá dentro, a ficar rígido e dorido. É o movimento do braço ao volante, um estalido, é o virar a cabeça para ver se vêm carros, mais um estalido e não roda mais, é o manipular a caixa de velocidades, estalido no pulso… impressionante, quase posso iniciar um rap à maneira J!

E, nisto, vejo-me forçada a imaginar que consigo parar o tempo por um bocadinho, um bocadinho o suficiente para me recompor, auscultar o corpinho… e o corpinho diz-me que lá virá nova cervicalgia, não tenha eu mais cuidados!!! Lembro-me logo do tratamento chato e “dormente” de tal condição e não quero voltar a ela. Na verdade, é o corpinho a obrigar-me a parar, a deitar e a dormir, quer queira quer não! E isso soa a tempo mal passado, só por ser uma obrigação. E juntamente à condição, lá vêm custos, e que custos!! Então, gastar por gastar, penso que será melhor começar a gastar num ginásio ou mesmo com um(a) personal trainer, ou, se estiver muito maçada do corpo, começar com um ciclo de massagens específicas, ou, se a coisa for mesmo aguda, ir a um osteopata. Dizem que é da PDI, mas a verdade é que vejo tantas jovens dos vintes a queixarem-se do mesmo… isso é mau… será a maior parte da culpa da falta de apanhar sol? Os cremes com proteção solar não ajudam muito a absorver os raios de sol. Se calhar, devíamos saber usá-los melhor… iniciar um tratamento com massagens ou de acordo com as indicações do osteopata e fazer-nos acompanhar de uns exercícios de fitness em local apropriado seria, com certeza, uma mais-valia.

O cuidado connosco é primordial!

publicado por Gabriela Lima às 19:07

21
Out 18

Poder nunca esquecer os nossos sonhos

 

Circundo a passear, a correr e a saltitar um lago, não muito grande, não muito pequeno! Um lago rodeado de árvores, arbustos, plantas e flores diversas e um imenso relvado, verde e fofinho onde estendemos toalhas e nos deleitamos ao sol, a comer uns snacks, a conversar, a contemplar a atmosfera, grupos de pessoas a rir, a preparar-se para as atividades ali existentes, a entrar no barco ou na gaivota que os leva à pequena ilha com diversões, tais como escorregas, cordas de lanço e salto livre na água ou sobre esquis de água que deslizam à velocidade de lanchas que vão pelo lago fora… alguém fotografa todo o ambiente, clique para cá, clique para lá; outro alguém escrevinha, reflete e conversa com o colega que, de imediato, aponta ao alvo e mais um clique. O alvo, agora, é um casal. Um casal, de certa forma, aperaltado, agarrado, sorridente, olhos com olhos, beijo apaixonado, sempre mudando de cenário. Eis que, de repente, se percebe, trata-se de um pedido de noivado surpresa para a ainda não noiva que parece que vai aceitar sê-lo. Um momento, um sonho que vai ficar devidamente documentado. O fotógrafo concentrado parece também mostrar-se emocionado, pois, aqui e agora, se deu início a uma nova forma de estar e querer preservar! Mais adiante, vejo, desta vez, uma fotógrafa, a fotografar uma família de umas cerca de dez pessoas, pais e pais de pais e alguns pimpolhos a fazerem as caretas e os pinos mais esquisitos, a rir à farta e a fazer a melhor pose para o registo mais divertido de sempre.

Os SONHOS deviam ser fotografados!

publicado por Gabriela Lima às 12:48

19
Jan 18

Começo o ano e lá vou eu repetir a dose do "tem de ficar para depois"! Lembro-me de, durante a passagem do ano, ter fechado os olhos por dois segundos (depois tive de os abrir para os "tchim-tchins" e, ainda assim, consegui partir um copo a uma amiga - vai levar agora dois novos para compensar...) e ter-me tentado concentrar num único pensamento: levar os objetivos a bom porto, não deixar de cuidar de mim (tipo, cuidar das dores, ver a saúde :-), organizar o tempo de modo a ter um furo para me dedicar às pessoas do meu coração, passear, fazer coisas divertidas,...

Está o primeiro mês a passar e vejo-me horas sentada a trabalhar... a andar de um lado para o outro para levar a piquena às atividades extraescolares, a levar a Belinha (a minha esquilinha terrestre doentinha) ao veterinário, a agendar alertas no telefone (vacinas, medicamentos, horas para mandar para a cama, horas para fazer tratamentos no pé da picas e ainda tratamentos e lavagens da esquilinha (que se arranha toda a coçar e lá abre a ferida outra vez, para depois ficar a cheirar a sangue que é uma coisa por demais)... e é isto essencialmente!

Esta é a sensação com que fico quando estou acelerada e parece que não faço mais nada!

Mas, depois, olhando bem lá para trás, neste mês, isto não foi só isso, coisa nenhuma: eu até conseguir sair com umas amigas com quem já não estava há séculos, sentei-me a tomar café relaxada a ler um livro (não muito, mas já foi bom), acabei por dar conta das coisas da casa (que não tem outro remédio, mas não sou aquela linda menina das mamãs e das sogras que põe a casa num brinco e vive para isso), fui arejar um bocadinho passeando pelos saldos, consegui escrever mais qualquer coisa nos blogs (hehe), li alguns posts também, e, na verdade, para já não foi mais do que isto, mas já não foi mau. Afinal, o ano ainda está a começar... não posso é perder o ritmo. Vida insípida, ou não, eis a questão!

 

INFO: Para quem não reparou, tenho mais um blog associado: http://naoimportaseestiveounao.blogs.sapo.pt/

Na verdade, este novo blog corresponde a passagens que formam uma espécie de livro (por isso, ter um blog próprio) que, para se perceber melhor, será melhor começar a ler desde o primeiro post; vamos lá a ver se a leitura é agradável , "fingers crossed"

 

 

 

publicado por Gabriela Lima às 19:12

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