21
Out 18

Poder nunca esquecer os nossos sonhos

 

Circundo a passear, a correr e a saltitar um lago, não muito grande, não muito pequeno! Um lago rodeado de árvores, arbustos, plantas e flores diversas e um imenso relvado, verde e fofinho onde estendemos toalhas e nos deleitamos ao sol, a comer uns snacks, a conversar, a contemplar a atmosfera, grupos de pessoas a rir, a preparar-se para as atividades ali existentes, a entrar no barco ou na gaivota que os leva à pequena ilha com diversões, tais como escorregas, cordas de lanço e salto livre na água ou sobre esquis de água que deslizam à velocidade de lanchas que vão pelo lago fora… alguém fotografa todo o ambiente, clique para cá, clique para lá; outro alguém escrevinha, reflete e conversa com o colega que, de imediato, aponta ao alvo e mais um clique. O alvo, agora, é um casal. Um casal, de certa forma, aperaltado, agarrado, sorridente, olhos com olhos, beijo apaixonado, sempre mudando de cenário. Eis que, de repente, se percebe, trata-se de um pedido de noivado surpresa para a ainda não noiva que parece que vai aceitar sê-lo. Um momento, um sonho que vai ficar devidamente documentado. O fotógrafo concentrado parece também mostrar-se emocionado, pois, aqui e agora, se deu início a uma nova forma de estar e querer preservar! Mais adiante, vejo, desta vez, uma fotógrafa, a fotografar uma família de umas cerca de dez pessoas, pais e pais de pais e alguns pimpolhos a fazerem as caretas e os pinos mais esquisitos, a rir à farta e a fazer a melhor pose para o registo mais divertido de sempre.

Os SONHOS deviam ser fotografados!

publicado por Gabriela Lima às 12:48

28
Jan 15

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Uma tarefa, por vezes, trabalhosa, mas sempre profícua. Por vezes, rápida e eficiente. Há agendas para este efeito já tão preparadas para todas as ocasiões e "previstos" que facilitam todo o trabalho de situar ações e compromissos no tempo e espaço de uma forma bem estruturada. No entanto, porque somos todos diferentes e vemos e sentimos diferentemente, parece que nenhuma agenda se ajusta exatamente ao nosso tipo de agendamento. Ou porque é quase estruturalmente perfeita, mas pequena ou grande, ou porque falta ali um campo para isto ou aquilo. E claro, há as agendas em papel, as digitais interligadas com os vários dispositivos e meios de alerta. E mesmo assim, ainda falta fazer qualquer coisa que tenho de ir confirmar o que é. Não importa, tenho de mover as mãozinhas para abrir ou clicar em algum aparelho. E, depois, há o agendamento na nossa memória que enquadra tudo, tal e qual a nossa definição de agenda. E quando esta capacidade mental existe, então, não há agenda externa que lhe valha. Também existe o agendamento mental para coisas importantes, só coisas importantes! Normalmente, este nunca falha. Ter tudo isto em conta e saber lidar com isto da melhor maneira, ajuda a levar as nossas ações e compromissos a bom porto, mais cedo ou mais tarde, pois o agendamento não permite parar. Tudo se regista como traços de uma vida diária, com passado, presente e futuro, pintado a uma cor ou multicor, com uma luz diferente a iluminar céus e caminhos. Com riscos e sem riscos incluídos. 

publicado por Gabriela Lima às 11:53

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