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Out 18

Tratar-nos bem!

Ando numa correria o tempo todo, é o trabalho, é o apanha aqui e ali da pikas, é a ajuda ao pai, é as compras de supermercado, é as consultas aqui e ali, é o caraças! De repente, tudo começa a estalar cá dentro, a ficar rígido e dorido. É o movimento do braço ao volante, um estalido, é o virar a cabeça para ver se vêm carros, mais um estalido e não roda mais, é o manipular a caixa de velocidades, estalido no pulso… impressionante, quase posso iniciar um rap à maneira J!

E, nisto, vejo-me forçada a imaginar que consigo parar o tempo por um bocadinho, um bocadinho o suficiente para me recompor, auscultar o corpinho… e o corpinho diz-me que lá virá nova cervicalgia, não tenha eu mais cuidados!!! Lembro-me logo do tratamento chato e “dormente” de tal condição e não quero voltar a ela. Na verdade, é o corpinho a obrigar-me a parar, a deitar e a dormir, quer queira quer não! E isso soa a tempo mal passado, só por ser uma obrigação. E juntamente à condição, lá vêm custos, e que custos!! Então, gastar por gastar, penso que será melhor começar a gastar num ginásio ou mesmo com um(a) personal trainer, ou, se estiver muito maçada do corpo, começar com um ciclo de massagens específicas, ou, se a coisa for mesmo aguda, ir a um osteopata. Dizem que é da PDI, mas a verdade é que vejo tantas jovens dos vintes a queixarem-se do mesmo… isso é mau… será a maior parte da culpa da falta de apanhar sol? Os cremes com proteção solar não ajudam muito a absorver os raios de sol. Se calhar, devíamos saber usá-los melhor… iniciar um tratamento com massagens ou de acordo com as indicações do osteopata e fazer-nos acompanhar de uns exercícios de fitness em local apropriado seria, com certeza, uma mais-valia.

O cuidado connosco é primordial!

publicado por Gabriela Lima às 19:07

05
Jun 14

A perseverança tem destas coisas: não se volta atrás, ergue-se o pescoço e continua-se em frente. Sim, parece que se volta atrás, mas não é assim. Sabemos todos, é aquele movimento em espiral "de subida". Um sem-fim que não pode parar de girar; pode abrandar, mas não pode parar de girar! Ou então é como andar nos aviões do parque de diversões, aqueles que somos nós a controlar as descidas e as subidas. Se olharmos de repente, até é divertido. Estamos quase a chegar lá em baixo e zuca, prego ao pedal e lançamento para o espaço. E porque não permitirmo-nos estar 10 minutos no fundo do mar, em modo de mergulho, contemplar o desafio de abafarmos, e acelerar o regresso com força revigorada? Sentir é bom, deixar sentir é melhor, representar em pensamento nem se fala, tudo em 10 minutos. E depois, depois deixar fluir no countdown que nos traz de novo à vida real, com energia e vontade intensificadas. O que é ruim fica lá, nessa dimensão excluída, dando lugar às imagens de usabilidade, praticabilidade, visibilidade e integridade.

publicado por Gabriela Lima às 22:53

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