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Mai 14

Repor os dados na cabecinha. Sempre que há empates devidos a perguntas, a isto ou àquilo, o melhor é repor os dados na cabecinha. E nada melhor do que começar novamente do zero, que já nunca é tão zero, e pegar nos dados repostos e recolocá-los, talvez encontrar uma configuração diferente, não importa, e passar à implementação tal como está. Encontra-se depois as pontas soltas e, na verdade, continua-se a tecer a manta, porque o zero não é verdadeiramente zero, é um zero cujo cálculo inclui mais algum peso na balança reposta, portanto, conta-se a partir daí. Depois já se sente novamente o alento. E com ele, inevitavelmente, lá tentam emergir mais perguntas... então, para-se, olha-se para o bolo e vê-se já um novo aglomerado de ideias e reveses. Ai o tremeliques outra vez... não importa, é como andar de bicicleta pela primeira vez, treme-se, vamo-nos apoiando num pé e no outro até conseguirmos... se não há critério nem preferência, escolhe-se uma ideia qualquer para avançar e dá-se a volta a um revés. De tantas coisas que há para fazer, é sempre bom fazer uma, e depois outra... e vai-se vendo como corre. Isto porque não há grande critério nem plataforma segura. Na verdade, vai-se no encalço deles. Se a impressão é de crescimento (ainda que só potencial, nesta fase), o caminho deve estar mais certo. A tendência foi escrever "não deve estar muito errado", mas a constante tendência de usar a negativa pode não contribuir tanto para a positiva. A tendência... a tendência...

publicado por Gabriela Lima às 16:05

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