17
Jun 14

A Integralidade está em tudo ou nada relacionado com os conceitos utilizados atrás, portanto, de Usabilidade, Praticabilidade e Visibilidade, dependendo do modo como esta se integra neles e os integra. Então, se pegarmos na ideia que nos assalta, esta ao ser usável, praticável e visível, torna-se num todo integral que nos satisfaz. O ciclo fica completo e está, assim, implementado. Depois de implementado, será que deverá ficar por aqui? Ao deus-dará? Por vezes, deixamos isto assim, entregue a si mesmo, porque achamos que está finalmente concluído e nada mais precisa. Mas a sê-lo deste modo, as coisas não cresceriam, não desenvolveriam, pois não seriam questionadas. Um ciclo completo também encontra os seus dias contados, no momento em que se torna obsoleto. E torna-se obsoleto quando é suscitado, novamente, o fator de integralidade. Um ciclo completo pode passar a ser incompleto, na medida em que já não preenche algum requisito. A questão revoluciona o estabelecido e permite repensar o projeto.

publicado por Gabriela Lima às 23:56

13
Jun 14

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A Visibilidade é a manifestação indubitável de alguma coisa que pode ser vista de forma evidente e percetível. A nossa visão de alguma coisa pode ter ou não visibilidade. Cada qual escolha o conceito preferido, mas eu escolho a visão que significa ter um olhar abrangente sobre um determinado cenário ou objetivo a alcançar e a visibilidade que permite olhar para essa visão de uma forma que lhe retire bem os contornos, defina bem o cenário, para que seja percetível em todas as suas dimensões. Parece-me que estes dois conceitos se ajustam mais aos últimos de usabilidade e de praticabilidade. E eu quero acrescentar-lhes sinergias, por isso, opto por pintá-los individualmente assim para, a seguir, fundi-los em tonalidades que se harmonizem e ajudem ao processo de galvanização do produto pretendido.

publicado por Gabriela Lima às 09:54

11
Jun 14

A Praticabilidade anda de mãos dadas com a usabilidade. A praticabilidade permite-me praticar algo usável e a usabilidade permite-me usar algo potencialmente praticável. Há aqui uma relação sinergética. Encontro, assim, a ferramenta que me ajuda a pegar num termo, a refletir nesse termo em termos de sua usabilidade para, a seguir, o implementar, passando-o à prática. Quem diz um termo, diz outra coisa qualquer e dentro de um domínio qualquer. Eu lembro-me de ver um bebé querer alguma coisa na mão para depois atirá-la ao chão. Está na fase de experimentar deixar cair coisas, é giro, é “Ohhh! Mamã, ‘panha, dá a mim!”. E a mamã não acha engraçado a criança conseguir pegar na colher que está em cima da mesa e atirá-la ao chão… então, tenta arranjar outra coisa, uma coisa que seja usável para atirar ao chão, leve e eficiente ao cair no sentido de não fazer barulho, não partir, não magoar, etc. Vê um daqueles livrinhos minúsculos de bebé e entende que este objeto vai preencher os requisitos de usabilidade. E passa à prática: dá ao bebé e o bebé agarra o livrinho e com toda a vontade atira-o ao chão, e a história repete-se durante longos minutos de diversão até a mamã se aborrecer do jogo do “apanha o livrinho”! Assim entendo também a usabilidade e a praticabilidade para não me confundir entre as duas na hora de as aplicar.

publicado por Gabriela Lima às 15:59

10
Jun 14

A Usabilidade é para ser usada. Só por si a palavra já diz muito ou tudo. Em quase tudo, quando vemos alguma coisa, por exemplo, numa montra, numa loja, num sítio qualquer, vemos o lado usável dessa coisa. Para que serve e como nos serve ou de que forma posso eu fazer-me servir disso? Ficamos impressionados como aquela coisa é de tal usabilidade, porque se destina a um fim relevante, é fácil de usar e eficiente no alcance do tal fim tão desejado. Cá está, um termo importante e convincente na hora de adquirirmos o que quer que seja. Assim de repente parece ainda mais interessante que a mera "utilidade". A "utilidade" só é útil, mas nada me diz sobre a sua facilidade de uso e sobre a sua eficiência em termos de resposta efetiva à minha necessidade essencial que se ajusta à finalidade ou ao propósito. A "usabilidade" é útil, a "utilidade" poderá ser usável. Com isto, remeto para o dia-a-dia e incluo este termo que tempera melhor a forma de decidir sobre as coisas. Entra na lista das propriedades a ter em consideração. A Usabilidade, portanto.

publicado por Gabriela Lima às 01:16

05
Jun 14

A perseverança tem destas coisas: não se volta atrás, ergue-se o pescoço e continua-se em frente. Sim, parece que se volta atrás, mas não é assim. Sabemos todos, é aquele movimento em espiral "de subida". Um sem-fim que não pode parar de girar; pode abrandar, mas não pode parar de girar! Ou então é como andar nos aviões do parque de diversões, aqueles que somos nós a controlar as descidas e as subidas. Se olharmos de repente, até é divertido. Estamos quase a chegar lá em baixo e zuca, prego ao pedal e lançamento para o espaço. E porque não permitirmo-nos estar 10 minutos no fundo do mar, em modo de mergulho, contemplar o desafio de abafarmos, e acelerar o regresso com força revigorada? Sentir é bom, deixar sentir é melhor, representar em pensamento nem se fala, tudo em 10 minutos. E depois, depois deixar fluir no countdown que nos traz de novo à vida real, com energia e vontade intensificadas. O que é ruim fica lá, nessa dimensão excluída, dando lugar às imagens de usabilidade, praticabilidade, visibilidade e integridade.

publicado por Gabriela Lima às 22:53

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