21
Dez 18

Que o Natal seja passado no calor da família e amigos e o Ano Novo seja celebrado com o entusiasmo do renascer de um dia diferente e melhor, todos os dias de 2019!!!! Um bem-haja a todos pelos textos fantásticos!!!! 

publicado por Gabriela Lima às 14:34

30
Out 18

Tratar-nos bem!

Ando numa correria o tempo todo, é o trabalho, é o apanha aqui e ali da pikas, é a ajuda ao pai, é as compras de supermercado, é as consultas aqui e ali, é o caraças! De repente, tudo começa a estalar cá dentro, a ficar rígido e dorido. É o movimento do braço ao volante, um estalido, é o virar a cabeça para ver se vêm carros, mais um estalido e não roda mais, é o manipular a caixa de velocidades, estalido no pulso… impressionante, quase posso iniciar um rap à maneira J!

E, nisto, vejo-me forçada a imaginar que consigo parar o tempo por um bocadinho, um bocadinho o suficiente para me recompor, auscultar o corpinho… e o corpinho diz-me que lá virá nova cervicalgia, não tenha eu mais cuidados!!! Lembro-me logo do tratamento chato e “dormente” de tal condição e não quero voltar a ela. Na verdade, é o corpinho a obrigar-me a parar, a deitar e a dormir, quer queira quer não! E isso soa a tempo mal passado, só por ser uma obrigação. E juntamente à condição, lá vêm custos, e que custos!! Então, gastar por gastar, penso que será melhor começar a gastar num ginásio ou mesmo com um(a) personal trainer, ou, se estiver muito maçada do corpo, começar com um ciclo de massagens específicas, ou, se a coisa for mesmo aguda, ir a um osteopata. Dizem que é da PDI, mas a verdade é que vejo tantas jovens dos vintes a queixarem-se do mesmo… isso é mau… será a maior parte da culpa da falta de apanhar sol? Os cremes com proteção solar não ajudam muito a absorver os raios de sol. Se calhar, devíamos saber usá-los melhor… iniciar um tratamento com massagens ou de acordo com as indicações do osteopata e fazer-nos acompanhar de uns exercícios de fitness em local apropriado seria, com certeza, uma mais-valia.

O cuidado connosco é primordial!

publicado por Gabriela Lima às 19:07

21
Out 18

Poder nunca esquecer os nossos sonhos

 

Circundo a passear, a correr e a saltitar um lago, não muito grande, não muito pequeno! Um lago rodeado de árvores, arbustos, plantas e flores diversas e um imenso relvado, verde e fofinho onde estendemos toalhas e nos deleitamos ao sol, a comer uns snacks, a conversar, a contemplar a atmosfera, grupos de pessoas a rir, a preparar-se para as atividades ali existentes, a entrar no barco ou na gaivota que os leva à pequena ilha com diversões, tais como escorregas, cordas de lanço e salto livre na água ou sobre esquis de água que deslizam à velocidade de lanchas que vão pelo lago fora… alguém fotografa todo o ambiente, clique para cá, clique para lá; outro alguém escrevinha, reflete e conversa com o colega que, de imediato, aponta ao alvo e mais um clique. O alvo, agora, é um casal. Um casal, de certa forma, aperaltado, agarrado, sorridente, olhos com olhos, beijo apaixonado, sempre mudando de cenário. Eis que, de repente, se percebe, trata-se de um pedido de noivado surpresa para a ainda não noiva que parece que vai aceitar sê-lo. Um momento, um sonho que vai ficar devidamente documentado. O fotógrafo concentrado parece também mostrar-se emocionado, pois, aqui e agora, se deu início a uma nova forma de estar e querer preservar! Mais adiante, vejo, desta vez, uma fotógrafa, a fotografar uma família de umas cerca de dez pessoas, pais e pais de pais e alguns pimpolhos a fazerem as caretas e os pinos mais esquisitos, a rir à farta e a fazer a melhor pose para o registo mais divertido de sempre.

Os SONHOS deviam ser fotografados!

publicado por Gabriela Lima às 12:48

31
Mar 18

Desejo-vos a todos uma Santa Páscoa com muita alegria, serenidade e sobretudo imaginação.

Por exemplo, imaginem-se... 

... a comer um coelhinho de chocolate enoooorme 

... enlameados por entre o creme achocolatado

... a escorregar em delícias de chocolate

... a lamber os dedinhos de regalo

... a fazer wrestling em cima

... a nadar numa piscina de chocolate

Agora... incluam as amêndoas... :-)

publicado por Gabriela Lima às 13:00

09
Mar 18

Eu acho os bonequinhos fofinhos como os !! É giro utilizá-los quando estamos  e até . Se lanço uma ideia , as reações são diversas, entre elas pode ser um ! Quando estou , preciso urgentemente de um , e imagino-me logo numa esplanada ao  a curtir um após curta . A seguir ponho-me a  qualquer coisa para me divertir ou para sarar o . Mas logo recomponho o meu , faço um ao assunto e deixo o assunto bem . Ponho os , se gostasse até puxava de um e volto a sentir-me uma . Faço  à vida e abro  com o mundo e imagino-me uma . Depois, o  toca e obriga-me a voltar à realidade. Visto o meu fato de , sigo a minha  e sem demora já é  e vou receber alguns . Festejo o novo ano com  e dou por mim a ir aos saldos comprar umas  para me convencer a exercitar... O  em mim impede que eu seja uma , mas não importa, o melhor é estar !

 

a todos e 

publicado por Gabriela Lima às 09:38

08
Mar 18

 

 

publicado por Gabriela Lima às 17:26

06
Mar 18

E no meio de não ser perfeita, sou mãe! Logo, serei muito imperfeita na busca de ser o mais perfeita possível. Porque o amor passeia ao lado da responsabilidade e se o amor me deixa um sentimento tão perfeitamente grande, sincero e intenso, a responsabilidade gera-me o sentimento de imperfeição, de insegurança, de medo de errar. É nesta intensidade de emoções que rola o ser mãe, que torna esta tarefa e este ser tão magnânimo e impotente ao mesmo tempo. Percebo! Não sou perfeita e vou errar. E se erro! Não será sempre e até pode ser só um pouco, mas é inevitável. E é esse “errar” que tenho de permitir que me aconteça para continuar a ser mãe com a devotação que entendo que merece. E depois também ouço muito: “És uma mãe-galinha do pior!” – É verdade! Sou mesmo mãe-galinha, mas não me parece que o seja ao ponto de abafar, de não deixar respirar! Entendo que para tudo há a sua (melhor) idade e vou-me orientando por aí. Como posso explicar isto melhor… deixa cá ver… Ora bem, cá vai uma série de imagens e a ver se a todos encaixa bem:

 

“Sabes que se habituares a bebé ao colo, ela só vai querer colo!” – WRONG: Só vai querer colo até deixar de querer e já deixou (entretanto, eu gozei ao dar-lhe colo até quando pude, "juntinhas, queridas, unidas e fofinhas" (como ela agora diz!)). Agora o colo é menos cobiçado ou eu já não posso mesmo com o peso e a criança compreende e não molesta! Ou sou eu que a chamo para um colo sentado no sofá enquanto dou abracinho e muitos beijinhos… depois, vai querer sair para ir fazer as coisinhas dela!! E a tendência será eu correr atrás para lhe dar colo 

 

“Tira-lhe a fralda que vais ver que não tem outro remédio senão fazer nas cuecas e vai ficar envergonhada, por isso, não vai fazer!” – WRONG: Tiro-lhe a fralda com o consentimento dela, pois já tem idade suficiente para dizer que sim ou não e saber se é melhor ou não. Não vou forçar, vou colaborar! Correu lindamente, seguiu as indicações ao ponto de estar na piscina e dizer “queo saí da água, deixa saí, queo fazê xi-xi!” Foi mas é divertido e nada de choraminguices obrigadas!

 

 “Deixa-a na cama a chorar qu’isso passa-lhe!” – WRONG: Não deixo nada, pois chora ela e choro eu de nervos por ouvi-la chorar! Deito-me com ela até adormecer, depois, gradualmente, com o tempo, mudo para a posição de sentada ao fundo da cama, depois mudo para a posição sentada numa cadeira, banco ou até no chão… e, depois, ela diz-me “podes ir e encosta a porta para não ver luzes nem ouvir barulhos.” Assim de repente e olhando para trás, foi tão fácil e já passou tudo… ah! E não adormece com luzinhas; na verdade não gosta de as ter quando dorme uma amiguinha com ela – E lá arranjamos forma de satisfazer as duas 

 

“Não lhe dês tudo porque habitua-se! – RIGHT: Mas não dou porque não dou, explico porque não dou, mesmo que fique zangada – depois, compreende e passa-lhe, mas passa-lhe com noção da razão.

 

“Deixa-a tomar banho sozinha, tem de se habituar!” – WRONG: Se ainda não se sabe lavar, deixo-a tomar a primeira parte do banho sozinha, depois sou eu a dar-lhe banho na segunda parte para tirar bem o sabão, sobretudo dos cabelos! Se ela o pede e eu sei que não o vai fazer em condições, explico-lhe o motivo por que não e, enquanto a lavo na segunda parte, explico-lhe como deve fazer melhor. Com o tempo, ela vai autonomizar-se! Agora, é ela que faz isso tudo sozinha, até escolhe a roupa, a não ser que lhe apeteça que ainda quer a mãe e sabem: faço-lhe a vontade, pois não me custa nada e sei que de hoje para amanhã até isso vai deixar de ser tarefa minha!

 

“Mamã, ensina-me a cortar as unhas! – RIGHT: Ensino, sim senhora, quando tiver mais destreza. Por acaso, finalmente, já pude começar a ensiná-la… mas está numa fase de querer deixar crescer as unhas para se sentir uma senhora… fica horripilante, mas eu lembro-me de ter passado por isso… e adorava ver as unhas grandes de perfil em contraluz… desde que não estejam sujas “Olha, quando quiseres cortar, diz ou corta!” Bom, suponho que quem sofra mais deste mal seja a prof de piano… mas ela é uma querida e não diz nada 

 

“Mamã, vocês deitam-se mais tarde, porquê?” – Isto, sim, é muito WRONG (o deitarmo-nos tarde!), mas eu explico “Porque agora é a minha vez de ver as minhas séries e tu não podes vê-las pois não são adequadas à tua idade! Resta-me esta hora do dia, portanto, toca de ir para a cama para eu poder ter o meu momento hehehe”

 

Claro que erro e muito, mas, neste momento, não me apetece estragar a coisa boa descrita 

publicado por Gabriela Lima às 21:34

28
Fev 18

“É quando estamos iludidos e a coisa corre mal” diria a minha mãe, refastelada no sofá durante uma tarde em que conversamos, como tantas outras, e ainda sem nos atirarmos uma à outra por irmos por caminhos diferentes. Ahhh, era tão bom, éramos muito calorosas a discutir e ao mesmo tempo inseparáveis!!!

“É quando se quer ter o que não se vê que não se pode nem se vai ter”, diria a minha tia, sentada no seu sofá agarrada a um trapo qualquer que cosia ou a um bordado ou a uma malha.

“É quando queremos tanto uma coisa ou alguém e não nos apercebemos de que vai correr mal porque não se viu ou não se quis ver a tendência do resultado final”, diria eu, numa tentativa de combinar as duas perspetivas atrás.

Que saudades destas duas senhoras!!!

Muito continuam a ensinar-me, pois é agora, e cada vez mais, que as ouço e lhes dou razão! Tudo tem o seu tempo e estou no percurso de rebuscar os ensinamentos antigos de acordo com cada contexto e dou por mim a consolar-me de ter tido tanta sorte de ter uma família assim.

“Quando algo corre mal e ficamos muito tristes, não te preocupes, o tempo cura tudo e quando deres por ela, pertence ao passado e ajudou a compor o futuro que será, nesse momento, o presente! O tempo cura tudo, minha pequenina!” – Dizia-me a mãe sentada ao meu lado, preocupada por mim e a querer consolar-me! E é verdade, a agonia que sentia ontem, hoje já não a sinto assim. Ficou ancorada no seu momento, transformando-se na história da minha vida. E eu não quero esquecer até mesmo o menos bom, pois sei que o facto de me lembrar irá ajudar-me a redefinir opiniões, percursos, ações ou puramente a enriquecer um momento. Estuda-se a história para melhorar o futuro do presente. E a nossa história pessoal é importante, sobretudo se conseguimos olhar para ela, passado algum tempo, de uma forma neutra, crítica, autocrítica também e redesenhar-nos naquilo que queremos ser, não apenas parecer.

publicado por Gabriela Lima às 19:32

16
Fev 18

Como é quando já não estão?

Nunca sentiríamos a falta como sentimos agora!

Na maioria dos dias associamos ideias, pensamentos, comentários, ações, coisas, lugares, sentimentos diversos que nos fazem recordar e, de alguma forma, voltar a estar com eles.

Em dúvida, pomo-nos no lugar deles para definirmos como decidimos, o que fazemos, o que dizemos... e a resposta vem até nós!

Porque já não choramos há muito tempo, a sua imagem ou a falta dela ajuda a sacar lágrimas de tristeza, conforto, agonia, carinho, alegria, alívio.

Num dia feliz, sentimos a sua leveza a tocar-nos para nos congratular.

Num dia chuvoso, sentimos o seu calor a tocar-nos a pele e aquecer a nossa alma, mais uma vez!

Num dia azul, a luz penetra e sabemos que estão lá.

Num dia com algumas nuvens densas e brancas, completamos o formato e vêmo-los novamente.

Enfim, apesar de sabermos que não estão cá, sabemos que estão cá, sim, porque assim o queremos!

 

 

publicado por Gabriela Lima às 12:22

19
Jan 18

Começo o ano e lá vou eu repetir a dose do "tem de ficar para depois"! Lembro-me de, durante a passagem do ano, ter fechado os olhos por dois segundos (depois tive de os abrir para os "tchim-tchins" e, ainda assim, consegui partir um copo a uma amiga - vai levar agora dois novos para compensar...) e ter-me tentado concentrar num único pensamento: levar os objetivos a bom porto, não deixar de cuidar de mim (tipo, cuidar das dores, ver a saúde :-), organizar o tempo de modo a ter um furo para me dedicar às pessoas do meu coração, passear, fazer coisas divertidas,...

Está o primeiro mês a passar e vejo-me horas sentada a trabalhar... a andar de um lado para o outro para levar a piquena às atividades extraescolares, a levar a Belinha (a minha esquilinha terrestre doentinha) ao veterinário, a agendar alertas no telefone (vacinas, medicamentos, horas para mandar para a cama, horas para fazer tratamentos no pé da picas e ainda tratamentos e lavagens da esquilinha (que se arranha toda a coçar e lá abre a ferida outra vez, para depois ficar a cheirar a sangue que é uma coisa por demais)... e é isto essencialmente!

Esta é a sensação com que fico quando estou acelerada e parece que não faço mais nada!

Mas, depois, olhando bem lá para trás, neste mês, isto não foi só isso, coisa nenhuma: eu até conseguir sair com umas amigas com quem já não estava há séculos, sentei-me a tomar café relaxada a ler um livro (não muito, mas já foi bom), acabei por dar conta das coisas da casa (que não tem outro remédio, mas não sou aquela linda menina das mamãs e das sogras que põe a casa num brinco e vive para isso), fui arejar um bocadinho passeando pelos saldos, consegui escrever mais qualquer coisa nos blogs (hehe), li alguns posts também, e, na verdade, para já não foi mais do que isto, mas já não foi mau. Afinal, o ano ainda está a começar... não posso é perder o ritmo. Vida insípida, ou não, eis a questão!

 

INFO: Para quem não reparou, tenho mais um blog associado: http://naoimportaseestiveounao.blogs.sapo.pt/

Na verdade, este novo blog corresponde a passagens que formam uma espécie de livro (por isso, ter um blog próprio) que, para se perceber melhor, será melhor começar a ler desde o primeiro post; vamos lá a ver se a leitura é agradável , "fingers crossed"

 

 

 

publicado por Gabriela Lima às 19:12

Dezembro 2018
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


subscrever feeds
arquivos
mais sobre mim

ver perfil

seguir perfil

18 seguidores

pesquisar neste blog
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

blogs SAPO